“Meu travesseiro se tornou meu segundo eu. Há dias eu o agarro tentando suprir minha carência, mas é impossível sobreviver sem teus mimos. Por hora, meu travesseiro é meu único amigo. É com ele que eu me abro, choro, lamento, e converso as vezes sobre este meu tormento. Acordar virou sinônimo de te lembrar. É uma felicidade infeliz, amo a mim e a você. Meu coração clama teu nome, porém, meu lado racional é incapaz de esquecer toda a distância e sofrimento que nos cercam. Em certas noites, admito a mim mesmo que sinto a tua falta e amaldiçoo a distância por nos separar. Chega a ser irônico, não te querer e ao mesmo tempo não me ver sem você. Mesmo tendo muitos ao meu lado, você se fez única. Não me imagino sem tua presença, na verdade, costumo te inventar. Creio que a dor seja recíproca… isso me entristece. Sei que ainda seguras a outra ponta e sinceramente temo que me solte e que largue esse delicado fio do nosso amor e me deixe sucumbir nessa angustia. Porque mesmo com toda dor ao nosso redor, na minha ponta se criou um nó.”

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